Mostrando postagens com marcador crescimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crescimento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de março de 2017

Alunos com Depressão


Recentemente, nossa escola foi tomada por uma profunda tristeza advinda da morte de uma aluna que perdeu sua vida tão prematuramente. A jovem foi diagnosticada com depressão e estava há meses tratando os sintomas da doença. A depressão na juventude é um fato que merece atenção, sobretudo porque é crescente. Entre os grandes desafios está distinguir a doença dos demais atos típicos da adolescência.

Muita gente tem se debruçado sobre este tema. Veja, por exemplo, as reportagens a seguir:

A)  O Globo (fonte da imagem deste post):

B) Folha de São Paulo:

C) UOL:

Pensando nisso, nós também decidimos começar a refletir sobre esse tema. É claro que ninguém pode dar conta da vida particular de cada jovem, tampouco carregar o mundo sobre os ombros. Mas na medida do que é possível, o que nós, agentes da educação, podemos fazer para minimizar os efeitos danosos desta doença? Como é possível intervir para desacelerar o crescimento da depressão entre os/as jovens?

Não é para responder agora. A ideia não é essa. Este é apenas um start para uma proposta coletiva que há de envolver toda a equipe docente. Nossas provas estão se aproximando. Este post tem  como objetivo levar o tema da “depressão na juventude” para as avaliações do primeiro bimestre. De que forma este tema pode estar na sua avaliação? Existem muitas formas deste tema aparecer: desde uma reflexão no rodapé da prova até uma questão propriamente dita. Pode ser uma atividade de recuperação paralela, pode ser parte da própria prova, um texto motivador, não importa. O importante é que a escola toda seja convidada a pensar sobre o assunto, e não apenas os professores de ciências ou biologia. Este assunto afeta a todos e todas. E se todos e todas são potencialmente  afetados/as, todos e todas podem transformar esta vulnerabilidade em uma reflexão prática.